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quinta-feira, 31 de março de 2016

Ensino da tolerância e da serenidade aos mais pequenos



 É interessante ensinar às crianças o poder da tolerância e da serenidade em cenários difíceis. É sempre uma mais-valia o culto da serenidade e da paz

Crianças mais calmas, ponderadas e equilibradas nas suas actividades escolares e em família obtêm sempre melhores resultados. Caso os pais tenham que enfrentar situações de divórcio, despedimento ou doença, depressões, entre outros episódios, hoje em dia, tão frequentes na vida dos mais velhos, as crianças mais orientadas são menos difíceis de lidar.
Serenidade é sinónimo de tranquilidade, paz interior, harmonia, calma, paz de espírito e sossego. Pode ser cultivada com base num conjunto de princípios que se pautam pela calma, o acordo, a voz pausada, a alegria nas atitudes e a firmeza nos propósitos. Os adultos devem ser os primeiros a dar o exemplo ou a procurar estudar, praticar disciplinas que visam educar a mente a energia. Exemplos bons são a natação, a equitação, a meditação e algumas artes marciais. A tolerância vem do latim tolerare, quer dizer, sustentar ou suportar e é um termo que define o grau de aceitação diante de um elemento não esperado ou habitual. Pode ser por questões culturais, cívicas ou físicas. Do ponto de vista da sociedade, a tolerância define a capacidade, aceitação de uma atitude diferente das que são, por norma, aceites.

Comportamentos futuros
Os mais pequenos aprendem tudo nos cenários que lhes são mais próximos como o lar, a escola e no contacto com os media. Nos media diferentes estereótipos são incentivados. Modelos, classificações, ideias, escolhas, rótulos… e tudo é assimilado pelas crianças. Desde cedo as crianças são induzidas a pensar que a diferença separa e distingue. Tudo o que dizemos, fazemos ou pensamos no dia-a-dia é também assimilado e vai influenciar os comportamentos futuros. Os mais velhos devem observar de perto as suas atitudes e conversas uma vez que estão a todo o momento a mostrar exemplos de irritabilidade ou serenidade, crítica ou tolerância. Num mundo global e em crise, compreender que todos precisamos de ajuda, apoio e tolerância é uma chave para ultrapassar dificuldades.
A tolerância
Une todos os seres uma vez que tem por base a compreensão e aceitação das diferenças. Aprender a observar e apreciar as diferenças é um dom e um divertimento. Ao passar da estrutura de bebé para a estrutura de criança, o ser humano sai de um estado solitário para um cenário de convívio com os seus semelhantes. Por norma, as crianças são sensíveis, curiosas e afectuosas. Em tenra idade gostam de partilhar e são desprovidas de crítica ou julgamento. No jardim infantil e na escola primária as crianças gostam de participar em jogos com partilha e metas. Aprendem a cooperar e a aceitar o próximo. São os primeiros passos para a aprendizagem da tolerância. Através da meditação
é possível encontrar um estado de serenidade que se instala e ajuda a libertar as tensões mentais, descobrir uma sensação de verdadeira paz de espírito nas rotinas diárias. Afirmações, visualizações, assim como meditações adequadas são a ferramenta adaptada para que, grandes e pequenos, em conjunto ou em separado possam cultivar a tranquilidade e a serenidade.

Momentos de pico na escola, dias de testes, a entrada no novo ano escolar são alguns momentos difíceis para todas as crianças. Pela serenidade a criança aprende a ver todas as experiências com mais calma e a saber que tudo é passageiro e se torna, aos poucos, uma experiência agradável.
Serenidade – Qualquer um pode zangar-se, pois isso é muito simples. Mas zangar-se com a pessoa adequada, no grau exato, no momento oportuno, com o propósito justo e de modo correto, isso, não é tão fácil como isso – Aristóteles
Ensinar a tolerância aos mais pequenos
Brincar
incentivar as crianças a dar e receber
utilizar a criatividade
incentivar a curiosidade
organizar festas e convívios
Construir um mapa-mundo com as crianças
ensinar e falar em diversas línguas
Criação de jogos

Aprender sobre a tolerância
refletir sobre os padrões de infância
encarar as diferenças com honestidade
aceitar a diversidade
estar atento à linguagem
mente aberta
Culto da compaixão, bondade e respeito

Ensinar a serenidade aos mais pequenos
exercícios de relaxamento
aprender a respirar
Comunicação clara e eficaz
expansão criativa
explorar o potencial inato

Aprender sobre a serenidade
eliminar o stress, a ansiedade e a depressão
afinação do sentido de clareza e harmonia
descoberta do poder pessoal
melhoria nas escolhas
eliminar limitações e padrões negativos
limpeza de vidas passadas

Por: Isabel Leal

quarta-feira, 30 de março de 2016

Como saber se uma criança é daltónica

Como saber se uma criança é daltónica


Como saber se uma criança é daltônica
O daltonismo é um transtorno da visão que consiste na dificuldade para diferenciar as cores. Costuma ocorrer por um defeito na retina e sua origem costuma ser hereditária. Afeta geralmente mais os homens que mulheres. No caso das crianças, convém detectá-lo o quanto antes e para isso existem algumas regras que nos ajudem a perceber. Para saber se um criança é daltônica, em umComo damos a você os seguintes conselhos para averiguá-lo.


Instruções

  1. O daltonismo tem diferentes graus e nem sempre é fácil perceber se nosso filho sofre da doença. Em qualquer caso, costuma afetar em maior medida ao género masculino.
  2. No colégio, as crianças começam a aprender as cores. Nesta etapa de aprendizagem devemos estar alerta para detectar se nosso filho tende a confundir as cores ou não as distingue com clareza. Noventa por cento dos daltónicos têm problemas com o vermelho ou o verde. Este é o primeiro passo para detectar a doença.
  3. Podemos brincar com nosso filho para saber se é daltónico. Por exemplo, podemos brincar com as cores das frutas e perguntar: de que cor é esta pera? de que cor é esta maçã? E comprovar assim se efetivamente confunde as cores. Brincando, o pequeno estará mais relaxado e poderemos comprová-lo com mais facilidade.
    Imagem: edicionrural.com
  4. Outra forma de saber se um criança é daltónica é realizando o teste de Ishihara. Trata-se de um conhecido método que consiste em reconhecer números feitos dentro de pontos coloridos. Existem várias fases do método que permitem conhecer o grau de daltonismo.
    Imagem: guiaparaprimerizos.blogspot.com
  5. Se temos alguma suspeita de que nosso filho é daltónico, o melhor é ir a um oftalmologista para que nos confirmem o diagnóstico. Sem dúvida, um especialista determinará o grau de daltonismo da criança e dará as recomendações necessárias para que o pequeno conviva com a doença, pois não tem cura.
  6. Para detectar se uma criança é daltónica recomenda-se realizar um exame oftalmológico preventivo antes dos quatro anos de idade. Caso nosso filho seja daltónico convém comentar o caso com os professores com o objetivo de adaptar as atividades e exercícios escolares à doença do pequeno.


Continuar lendo: http://educacao.umcomo.com.br/articulo/como-saber-se-uma-crianca-e-daltonica-18014.html#ixzz44L5qEKBm

Educação pré-escolar é bem mais que a preparação para a escola



A educação pré-escolar é bastante mais que a “preparação” para a escola e não deve enredar-se no entendimento de que é uma etapa na qual os meninos se preparam para entrar na escola.
Na verdade, as crianças estão a preparar-se para entrar na vida, para crescer, para ser. A educação pré-escolar num tempo em que as crianças estão menos tempo com as famílias tem um papel fundamental no seu desenvolvimento global, em todas as áreas do seu funcionamento e na aquisição de competências e promoção de capacidades que têm um valor por si só não entendidos como uma etapa preparatória para uma parte da vida futura dos miúdos, a vida escolar.
Este período, cumprido com qualidade e acessível a todas as crianças, será, de facto, o melhor começo da formação institucional de cidadãos. Esta formação é global e essencial para tudo que virão a ser e a fazer no resto da sua vida.
Serão alunos quando chegarem à escola e vão muito a tempo de se tornarem bons alunos.
Até lá são crianças, ponto.
Professor e investigador do Instituto Superior de Psicologia Aplicada

terça-feira, 29 de março de 2016

Crianças com necessidades especiais não precisam de compaixão


Crianças com necessidades especiais não precisam de compaixão

As crianças com necessidades especiais não precisam de compaixão, precisam de outras atitudes em relação a elas que certamente qualquer pessoa pode oferecer: naturalidade, carinho e compreensão. Ninguém gosta que outra pessoa a olhe com um olhar de pena.

Um olhar compassivo pode ter toda a boa intenção do mundo, mas na realidade pode estigmatizar e desvalorizar a pessoa à sua frente. Quando somos olhados com compaixão por um defeito físico, uma situação económica difícil ou por termos cometido um erro, nos sentimos muito piores; pensamos que fizemos alguma coisa de errado para causar essa pena.

A criança e sua família passam por uma infinidade de situações stressantes que podem ser mais suportáveis se perceberem ao seu redor um bom apoio social, no qual se sintam envolvidos e compreendidos. Vamos descrever algumas situações pelas quais essas famílias e crianças passam para desenvolvermos uma atitude empática e adequada para com elas.


Um diagnóstico difícil

Cada gestação em uma mulher é diferente, mas todas as mães e pais têm o desejo de que as coisas saiam da melhor forma possível, que seu futuro filho tenha uma saúde perfeita para poder seguir enfrentando as demandas deste mundo cada vez mais exigente.

Podem aparecer exames que detectem problemas genéticos na gravidez, derivados de teratógenos e outros exames que detectem uma doença incurável no feto. Os pais irão agir perante essa situação difícil e irão decidir se devem ou não seguir adiante com a gravidez, segundo suas próprias reflexões e valores que iremos descrever a seguir.



Para muitos pais e mães, o diagnóstico já é comunicado na gravidez. Para outros, este diagnóstico se dará no nascimento e nos outros casos, as dificuldades da criança só se manifestarão mais tarde. Seja como for, esse é um diagnóstico duro, complicado e que causa um grande impacto emocional.

É neste momento do diagnóstico que a mulher, sozinha ou com seu parceiro, deve assumir que a sua maternidade será diferente, nem melhor nem pior… e este é um momento fundamental para o enfretamento posterior. A informação deve ser precisa, concisa e transmitida com delicadeza e compreensão.


Lidando com o diagnóstico

Esse é o momento de escolher as informações positivas, de desenhar um plano como pais para enfrentarem juntos o cuidado de seu filho, de amarem-se psicologicamente e de estarem cientes de que a criação desse filho será uma corrida de obstáculos, mas com a adição de que enfrentarão algo desconhecido.



Pouco a pouco, assumindo o diagnóstico, os pais se entregarão à criação da criança com toda a força e esperança para poderem alcançar as conquistas das quais seu filho precisa. Sessões de reabilitação, possibilitar um bom espaço para a criança e um projeto baseado no carinho, que é o que essa criança e qualquer outra realmente precisa.
Uma criança especial está com a gente

As crianças com necessidades especiais têm muito que nos ensinar. Elas são campeãs que lutam para poder superar muito lentamente as dificuldades que têm, e fazem isso quase sem reclamar, com um sorriso no rosto.

Às vezes os sentimentos delas são tão intensos que nos estremecem, mas as pessoas ao redor delas têm que lhes passar uma imagem de positividade, de que estão com elas ajudando-as em seu pequeno desafio diário.

“Parte do problema com a palavra “deficiência” é que ela sugere uma incapacidade de ver, ouvir, andar ou fazer coisas que muitos de nós damos por certo. Mas o que acontece com as pessoas que não podem sentir, falar dos seus sentimentos, controlar seus sentimentos, estabelecer relações próximas, realizar-se, gente que perdeu a esperança, que vive na miséria e amargura? Para mim, essas são as verdadeiras deficiências.”
-Fred Rogers-

As crianças com necessidades especiais abrem o coração para você e não guardam nada para elas. São puro sentimento em um corpo que talvez não lhes responda. São agradecidas, extremamente carinhosas, julgam com os olhos do amor e seu silêncio não é um incomodo. É o silêncio da calma e da sua reflexão que também é nossa.



Muitas vezes, elas visitam mais hospitais e centros de reabilitação em alguns meses do que nós em toda a nossa vida. Elas não merecem um olhar de compaixão, porque não há nada para sentir pena. Elas nos dão uma lição de luta e vida em todos os momentos. Pura e bela, uma cura incalculável.
A integração com os colegas e com a sociedade

Essas crianças podem encontrar dificuldades maiores ou menores em se adaptar ao seu ambiente. Infelizmente, pessoas que “a priori” não têm nenhuma deficiência intelectual comportam-se com certo tédio em relação a elas, com olhares compassivos e murmurando o quanto “isso” deve ser terrível.



Além disso, ainda se atrevem a fazer comentários ainda mais prejudiciais: “Que pena que você é assim”, “Coitada, isso é tão injusto” ou “Bem, Deus sabe porque faz essas coisas”. A ignorância de certo tipo de gente deve chegar a machucá-las.

É preciso eliminar essas pessoas da vida da criança e dos pais, e ignorá-las como elas merecem. A maior parte das pessoas é boa, educada e respeitosa em relação a isso, então não há nenhuma razão para dar mais importância a essas pessoas do que elas têm.



As pessoas que amam a criança só precisam levar a situação com naturalidade, como um problema de desenvolvimento e médico que pode ser tratado com os melhores profissionais e junto às pessoas que adoram vê-la sorrir como nenhuma outra coisa em suas vidas.

Nós devemos lutar por sua integração nos parques, nas escolas ou remover barreiras arquitetónicas. Porque um pouco de justiça, bons profissionais e um círculo cheio de amor em torno da criança podem operar o milagre: vê-la feliz a maior parte do dia.

Seus familiares, colegas, profissionais e amigos não vão pedir mais nada, porque se você vê o seu filho feliz, seja qual for a sua circunstância, há algo mais importante?

Imagens cortesia de Analía Heredia

sexta-feira, 25 de março de 2016

artesanato com lacres de latinha






coelhos da páscoa em EVA

Coelho de páscoa em EVA 002
Ela vai lhes mostrar cada etapa de confecção, que é feita com o uso de EVA de várias cores, fibra de silicone, pincéis, tesoura e cola instantânea:

Moldes de coelho da páscoa em EVA

Separamos alguns moldes que vão lhes ajudar a ter uma base para fazer seus coelhos de páscoa em EVA, de vários tamanhos e modelos:
Coelho de páscoa em EVA molde 008
Coelho de páscoa em EVA molde 007
Coelho de páscoa em EVA molde 006
Coelho de páscoa em EVA molde 005
Coelho de páscoa em EVA molde 004
Coelho de páscoa em EVA molde 003
Coelho de páscoa em EVA molde 002
Coelho de páscoa em EVA molde 001


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OLYMPUS DIGITAL CAMERA
Coelho de páscoa em EVA 009
Coelho de páscoa em EVA 008
Coelho de páscoa em EVA 007
Coelho de páscoa em EVA 006
Coelho de páscoa em EVA 005
Coelho de páscoa em EVA 004
Coelho de páscoa em EVA 003

Cestinhas de Páscoa em EVA