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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

domingo, 28 de fevereiro de 2016

MÚSICA: NÃO HÁ PAI IGUAL AO MEU PAI


 
Não há pai igual ao meu, 
Sinto-te sempre tão perto. 
Por mais amigos que tenha, 
És o meu amigo certo.

É tão bom ser pequenino, 
Ir contigo passear, 
Descobrir um só poema, 
E as estrelas contar! 

E quando chegas a casa 
Tens sempre tempo para mim, 
São histórias de encantar, 
E brincadeiras sem fim! 

Não há pai igual ao meu, meu, meu, meu, meu 
Pai igual ao meu...
Música: "Não há estrelas no céu..."

MÚSICA: EU GOSTO É DO PAPÁ





Eu gosto é do papá
de passear com ele p'la mão
correr, saltar e brincar
e à noite ver televisão.

E ao fim do dia, bem abraçados,
nós dois vamos dormir
até que o dia
volte para nós a sorrir.
 
Música: "Eu gosto é do verão"

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O poder do “Não”



As crianças precisam de regras e limites para se sentirem seguras e crescerem saudáveis. Saber dizer “não” nem sempre é fácil e chega a ser extenuante, mas é essencial. Na medida e na hora certa.

Os pais querem o melhor para os seus filhos e desejam, acima de tudo, que sejam felizes. Por vezes, este desejo tão natural choca com a necessidade de lhes dizerem que não. Para alguns pais, esta é uma das facetas da parentalidade mais difíceis de gerir e muitos têm dificuldade em assumi-la com assertividade, coerência e eficácia. Mas dizer que não, tal como dizer que sim, faz parte da função primordial dos pais, por mais que possa parecer doloroso ou até desnecessário.
“O ‘não’ é como o sal da cozinha: nem de mais, nem de menos”, defende o psicólogo Eduardo Sá, alertando que o perigo, à conta do receio dos pais, “é estarmos a criar crianças insonsas”. E isto é “dramático”. Porque “pais bonzinhos são um bocadinho inimigos de crianças saudáveis, por mais que o façam com toda a boa-fé do mundo”. O “não” é o que torna as crianças num “motor de alta cilindrada, com uma caxa de velocidades à medida, que lhes permite ir dos zero aos 100 num instante”. 

Saber dizer não é “uma das maiores competências que os pais devem ter, tal como o saber dizer sim”, acrescenta o psicólogo Rui Brasil. Esta dicotomia “é um dos fatores mais estruturantes da personalidade da criança, nomeadamente ao nível de comportamento, tal como o bem e o mal estão para os valores éticos e o quente e o frio para os sentidos. Estas permitem que cada um de nós aprenda a autorregular-se, a posicionar-se perante uma situação ou a fazer uma escolha”, explica.
O problema é que, quando se trata de colocar limites, muitas famílias sentem-se desorientadas e não é raro ouvirmos mães e pais a reclamarem das exigências dos seus “pequenos ditadores”. Na verdade, estas dificuldades parentais parecem ser resultado da profunda alteração geracional no que toca à colocação de limites e regras às crianças. Na geração dos nossos avós, a educação dos filhos era feita na vertical, sem que houvesse lugar a que os filhos questionassem a autoridade dos pais. A geração seguinte, cansada de autoritarismo, optou pelo extremo oposto, tornando-se por vezes demasiado permissiva. Pais e filhos passaram a ocupar o mesmo patamar de igualdade. Porém, o que as crianças precisam mesmo é de pais que cumpram a sua função, sem confundir autoridade com autoritarismo.

“Os pais têm que ser pais e não amigos. Têm que impor, ditar, estabelecer regras e limites, definir orientações, apontar estratégias. Não têm que pedir por favor aos meninos que aprendam a ser gente ao longo do seu crescimento: têm que fazer deles gente. Com tantas regras quanto amor”, defende Rui Brasil. Porque, caso contrário, acrescenta Eduardo Sá, as crianças limitam-se a fazer, e muito bem, o seu papel: “Esticam-nos e metem-nos no bolso”. E sem darmos conta, “de principezinhos passamos a ter pequenos ditadores e de pequenos ditadores adolescentes tiranos”. É por isso que os pais devem ter a noção de que “a autoridade faz muito bem à vida democrática” e tem uma função essencial. “Se for sensata, compatibiliza as regras da sociedade com os ritmos e o equipamento de base das crianças e isso é tão bom que faz com que elas ganhem asas e saibam voar”.

Regras bem definidas
Já todos ouvimos que as crianças precisam de regras e limites para crescerem saudáveis e em harmonia consigo próprias e com o mundo que as rodeia. Contudo, para alguns pais parece persistir a ideia de que elas sofrem psicologicamente com isso. “É exatamente o contrário”, adverte o pediatra Paulo Oom. “A criança com regras sente-se mais segura”. Por isso, defende que “para educar corretamente uma criança, temos que a frustrar de vez em quando e isto para alguns pais é quase uma barbaridade”. É claro que isto não significa “frustrar pelo gozo de frustrar ou por maldade ou só para contrariar”. Significa “única e exclusivamente que as crianças têm de ouvir um ‘não’”. E mais importante do que ouvir um “não” “é o que a criança faz a seguir a ouvir um ‘não’: é importante que perceba porque é que ouviu aquele ‘não’ e que alternativas é que tem naquele momento para fazer outras coisas que não impliquem aquilo que ela queria fazer e que os pais não deixaram”. Paulo Oom lembra que uma criança que nunca ouve um “não” é uma criança que “não tem limites e como não está habituada a ter regras vai dar-se mal na escola e mais tarde no emprego”.

in Pais&Filhos

O poder do abraço - Mimo nunca é demais

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As crianças precisam de demonstrações físicas de afeto para se sentirem amadas e crescerem felizes. O toque ajuda-as a gerir emoções, a aprender melhor e até a serem mais resistentes às doenças. Já abraçou o seu filho hoje?

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Mimo nunca é demais
Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver, oito para manutenção do bem-estar e 12 para crescer. A quantização é da conhecida psicoterapeuta norte-americana Virginia Satir e, embora possa parecer exagerada face ao ritmo alucinado a que tantas vezes vivemos, a verdade é que a necessidade do abraço é bem mais profunda – quase orgânica – do que imaginamos.
“Os abraços são tão vitais para a saúde e desenvolvimento das crianças como a comida e a água”, defende a psicóloga Ana Margarida Marcão, da Oficina da Psicologia, explicando por que é o toque tão importante desde cedo: “Um bebé reconhece os seus pais inicialmente pelo toque e cerca de 80 por cento da sua comunicação é feita através do movimento corporal. Portanto, é mais fácil comunicar com eles pelo contacto físico. Um abraço ‘dirá’ à criança que ela é amada, querida, protegida e que está em boas mãos, dando-lhe uma sensação de segurança de uma forma que as palavras não conseguem”.
E este toque é primordial desde o primeiro minuto para estimular o processo de vinculação, que vai refletir-se no desejado desenvolvimento saudável e equilibrado da criança. “O contacto corporal mãe-bebé, desde os momentos imediatos ao parto, resulta em efeitos positivos na interação entre os dois, observados quer a curto quer a longo prazo”, confirma a psicóloga clínica Carolina Martins Faria, do Gabinete de Psicologia, acrescentando que “ao longo do desenvolvimento, as manifestações de afeto, consistentes, previsíveis e sensíveis, são essenciais para a construção de laços afetivos e para uma relação de confiança com os pais”. Além dos benefícios de uma vinculação segura, “o conforto proporcionado pelo contacto corporal (abraçar, tocar) é uma ferramenta importante na gestão emocional, particularmente em crianças pequenas”. Ou seja, ajuda a criança a regular as suas reações quando é confrontada com situações de stresse ou com emoções negativas.
Mas os benefícios do toque não se limitam apenas ao plano emocional: há todo um conjunto de efeitos positivos também a nível físico que não devem ser menosprezados: “O afeto e cuidado transmitidos através do toque aumentam os níveis de oxitocina no cérebro”, explica Ana Margarida Marcão. A ocitocina (hormona libertada na corrente sanguínea) “relaxa o corpo, diminuindo o ritmo cardíaco, a pressão arterial e os níveis de cortisol”. O excesso de cortisol no cérebro (em resposta a situações de stresse) “afeta o desenvolvimento do sistema límbico, que controla e gere as emoções, e interfere também com a capacidade da criança para aprender e crescer”. Assim, sublinha a psicóloga, “o toque tem um papel significativo na capacidade da criança regular as suas próprias respostas ao stresse”. Um abraço promove ainda “a libertação de dopamina (uma hormona que atua como um estimulante), criando uma sensação de prazer no cérebro” e “reforça o sistema imunológico, ao aumentar os níveis de hemoglobina (que transporta o oxigénio aos nossos órgãos e tecidos) no sangue”. Afinal um abraço não é “só” uma reconfortante manifestação de afeto, é um ato quase mágico, com um poder que tem tanto de ancestral e profundo como de inesperado.

Dos prematuros aos idosos
A investigadora norte-americana Tiffany Field, diretora do “Touch Research Institute” do Departamento de Pediatria da Universidade de Miami, estuda há mais de 30 anos o poder do toque ao longo das várias fases da vida, desde o nascimento à velhice, e não tem dúvidas de que o contacto físico é “muito importante”. “Desde o abraço à massagem, o toque tem efeitos positivos na saúde, ajudando a reduzir a dor, a ansiedade e a agressividade, promovendo a estimulação do sistema imunitário, melhorando a saúde cardiovascular… e sem efeitos secundários”, afirmou à Pais&filhos. O interesse da pediatra pelo toque surgiu, numa primeira fase, quando se debruçou sobre os bebés prematuros e a forma como podem ser ajudados a ganhar peso.
“Descobrimos que os prematuros que recebem massagens ganham peso mais depressa, respondem melhor aos estímulos sociais e vão para casa mais cedo”, explicou. A partir daí, Tiffany Field e a sua equipa têm realizado dezenas de estudos sobre os efeitos do toque, não só nos bebés como ao longo de toda a vida. Um das suas investigações, publicada no “Early Child Development and Care”, em 1999, concluiu que as crianças em idade pré-escolar que recebem mais demonstrações físicas de afeto dos pais são menos agressivas para os seus pares na escola.
Perante isto, valerá a pena refletir: quantos abraços (não) damos aos nossos filhos na correria do dia-a-dia? Antes de nos deixarmos amargurar com este pensamento, Carolina Martins Faria lembra que “mais importante do que a quantidade, é proporcionar abraços e manifestações de afeto enquadradas numa relação responsiva e sensível às necessidades do outro. Isto é, os abraços devem surgir de uma forma adequada ao contexto e aos sinais que nos são transmitidos pelo outro, respeitando as caraterísticas individuais de cada um, de forma a não serem intrusivos e percecionados como negativos”.
Isto é especialmente importante na adolescência. Um abraço “imposto” à frente dos amigos pode ter um efeito oposto ao desejado. “Os pares dos adolescentes são muito importantes para eles e eles importam-se com o que pensam. Envergonhá-los à frente dos amigos é uma muito má ideia”, lembra Ana Margarida Marcão. Não é que os adolescentes não precisem de abraços, pelo contrário, mas é preciso respeitar toda a transformação que estão a viver e que muitas vezes conduz a um desinvestimento no que diz respeito às demonstrações de afeto entre pais e filhos.
“O confronto com a novidade, com um corpo em transformação, com todo um novo mundo emocional (turbulento) e a constituição de uma nova identidade, levam a que o adolescente necessite de deixar os laços demasiado próximos com os pais e de interromper as ações anteriores que com eles tinha”, explica a psicóloga, sublinhando, contudo, que “existem muitas razões para abraçar um adolescente, incluindo os rapazes: eles estão diariamente numa montanha russa emocional, não entendem realmente porque sentem o que sentem e isso fá-los sentirem-se muito desconfortáveis. Um grande abraço da mãe ou do pai pode ser muito benéfico, se dado corretamente”. Até porque “os adolescentes precisam saber que podem contar com os pais” e abraçar pode ser o suficiente para que se sintam seguros. Mas se esta aproximação parecer mesmo desadequada, Tiffany Field lembra que há outras formas de contacto físico menos “intrusivas” para o adolescente: “Eles adoram uma massagem nos ombros, desde que lhes perguntemos primeiro!”.


Mimo nunca é demais
Por tudo isto, é natural que as demonstrações físicas de afeto estejam mais presentes na infância, altura em que as crianças estão mais dependentes dos pais e que a própria satisfação das suas necessidades básicas implica um contacto mais próximo. “À medida que as crianças se desenvolvem (física, cognitiva e emocionalmente), tendem a procurar a independência dos vários adultos a quem estão vinculadas, diminuindo a necessidade deste contacto físico”, diz Carolina Martins Faria. Em contrapartida, “passam a necessitar de outras manifestações de afeto, verbais e comportamentais, de maior complexidade, que as apoiem nos novos desafios das etapas do seu desenvolvimento”. Outra das razões que pode contribuir para este desinvestimento é a ideia de que “muitas demonstrações de carinho estragam a criança com mimos”. “Esta ideia é errada, as crianças não são ‘estragadas’ por demasiado afeto, são ‘estragadas’ por falta de disciplina”, sublinha Ana Margarida Marcão.
Visto de uma perspetiva mais simplista, a carência de abraços pode ser apenas uma questão de falta de tempo. “Os pais são seres humanos, não são máquinas nem têm super poderes e há dias em que tudo o que conseguem fazer, depois de terem passado o dia todo no trabalho, é satisfazer as necessidades mais básicas, funcionais, das crianças: alimentá-las, dar-lhes banho e pô-las a dormir a uma hora decente para conseguirem repetir tudo outra vez no dia seguinte. O tempo e a disponibilidade física, intelectual e emocional para estar atento e investir na transmissão de afeto vai-se perdendo nos árduos dias de trabalho, que deixam aos pais apenas um escasso tempo livre para serem pais”, lamenta a psicóloga, sugerindo que “a única forma dos pais manterem um laço forte com as suas crianças é construir um hábito quotidiano de conexão ou ligação: por exemplo, dar um abraço à criança antes de a deixar na escola, quando a vai buscar e quando a põe a dormir”. Porque quando os pais investem mais na ligação à criança “tudo muda”, lembra Ana Margarida Marcão.

“O meu pai nunca me abraçou!”
Quantas vezes terá sido repetida esta frase em jeito de ressentimento, em desabafos confidentes ou em sessões de terapia? Referida quase sempre com tristeza e mágoa, a carência de desmonstrações de afeto na infância pode mesmo deixar marcas para a vida. “A falta de afeto físico e intimidade emocional podem causar grande dor psicológica a uma criança e essa dor pode persistir na idade adulta como a causa subjacente de disfunção social”, confirma a psicóloga Ana Margarida Marcão. E explica: “A consciência do corpo está relacionada com a consciência emocional e intelectual. A falta de toque e espontaneidade emocional nas famílias leva a que os indivíduos não aprendam a reconhecer as suas próprias experiências emocionais”. Assim, podem vir a “reprimir as suas emoções, sofrer de doenças psicossomáticas e/ou confundir a necessidade de simples afeto físico com desejo sexual”. A ausência de demonstrações de afeto e falta de toque “conduz a ressentimento, raiva e à sensação de não se ser querido”. Por tudo isto, as crianças “precisam ser tocadas e acarinhadas para desenvolverem intimidade emocional”. E tudo pode começar com um abraço, sublinha a psicóloga.

Instinto milenar
Há séculos que as mães sabem, instintivamente, que o toque tem um poder extraordinário: é através dele que acalmam o bebé que chora, pegando-lhe ao colo, confortando-o nos braços, ou massajando-lhe a barriga quando tem cólicas. Mais tarde, quando caem e se magoam, não há curativo melhor do que um beijinho da mãe. Os estudos científicos vêm apenas confirmar o que as mães já sabiam: o toque tem poderes benéficos para a saúde e o bem-estar. E com esta crescente evidência, há cada vez mais hospitais a incorporar terapias complementares, como as massagens, aos protocolos para doentes oncológicos ou do foro cardiovascular, por exemplo. Os efeitos não surgem só através de terapias mais sistematizadas, como a reflexologia, mas de gestos tão simples como partilhar um abraço, fazer uma massagem nos ombros ou simplesmente dar as mãos. Para perceber o poder do toque, basta olhar, por exemplo, para o hábito milenar das mães indianas, que massajam instintivamente os seus bebés, estimulando e fortalecendo o vínculo entre os dois. Na realidade, a massagem Shantala é “só” um momento diário de afeto entre a mãe e o bebé, que faz parte da rotina dos cuidados ao recém-nascido, mas que resulta num desenvolvimento mais saudável e harmonioso do bebé.

Mais pais, menos escola



Alargar “a escola a tempo inteiro” a todo o ensino básico é uma das intenções do governo, incluída na proposta de Orçamento do Estado. Mas especialistas, como Carlos Neto, não concordam que esta seja a melhor solução. Em declarações à agência Lusa, o catedrático da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, afirmou: “As crianças já passam muito tempo na escola, ao contrário do que acontece noutros países europeus. O que está em causa é uma repartição do tempo entre a família e a escola. Em muitos países, os horários de trabalho têm mais alguma flexibilidade. Por exemplo, pode-se começar a trabalhar mais cedo e sair mais cedo. Os pais às 16h saem e vão buscar os filhos à escola e têm mais tempo em família”. E conclui: “É preciso audácia política para fazer isto”.
Com currículos muito rigorosos e exigentes em termos de carga horária e com um sem fim de atividades extracurriculares organizadas, as crianças de hoje não têm tempo para brincar e socializar livremente, sofrendo de um enorme nível de “sedentarismo, analfabetismo físico e superproteção”. O investigador deixou um alerta: “As vivências de um corpo em ação permanente são fundamentais para uma infância feliz e empreendedora no futuro e, por isso, se não existirem, têm repercussões colossais na construção do ser humano”.

in Pais&filhos

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Transtorno de Oposição Desafiante: quando a desobediência torna-se patológica


Transtorno de Oposição Desafiante: quando a desobediência torna-se patológica

A desobediência pode ser uma característica comum entre crianças e pré-adolescentes, mas quando a atitude de teimosia é excessiva é preciso estar atento a um possível Transtorno de Oposição Desafiante (TOD). Assim como outras patologias, é importante que os pais busquem diagnosticar este transtorno o quanto antes para evitar que ele traga complicações e prejudique a vida social e o desenvolvimento intelectual da criança. No post de hoje, confira o que é o TOD, quais sãos os seus sintomas e como diferenciá-lo de outros transtornos infantis:
O que é o Transtorno de Oposição Desafiante?
O Transtorno de Oposição Desafiante é caracterizado por uma atitude reiterada de teimosia, postura desafiadora e comportamento hostil. Este é um quadro que pode afetar crianças e pré-adolescentes, geralmente em idade escolar. Ainda não existem causas genéticas comprovadas que possam levar ao desenvolvimento do TOD, mas sabe-se que o ambiente em que a criança convive pode estimular o comportamento difícil.
O não tratamento deste transtorno pode trazer consequências como:
  • Prejuízos na vida social da criança, pois a forte teimosia e os acessos de raiva afastam as outras crianças;
  • Baixo desempenho escolar, porque a criança tem tendência a querer solucionar os problemas sozinha e tem dificuldade para pedir ajuda ao professores,
  • Desenvolvimento de Transtorno de Conduta na adolescência.
Observar o comportamento da criança e procurar tratamento adequado para o problema são atitudes importantes para evitar a evolução do transtorno e para garantir que a criança tenha uma infância saudável.
Como identificar o transtorno?
Apresentar um comportamento desobediente, de vez em quando, não é incomum entre crianças e adolescentes. Ser teimoso, aletoriamente, ou demonstrar raiva por determinada situação também não. O problema é quando estas são atitudes constantes. Confira algumas atitudes que ajudam a identificar o TOD:
  • Ataques de raiva;
  • Discussões frequentes com pais, coleguinhas e professores;
  • Comportamento vingativo;
  • Atitude hostil;
  • Agressividade;
  • Recusa para obedecer a regras;
  • Negativismo.
Ao contrário da bipolaridade, não acontecem alterações acentuadas de humor. A agressividade é uma característica predominante no comportamento da criança com TOD. Para alguns autores, o Transtorno de Oposição Desafiante é uma fase antecedente ao Transtorno de Conduta, ou seja, é uma etapa mais leve, apresentada em uma fase mais nova da vida. O Transtorno de Conduta é caracterizado por um comportamento violento, pela ausência de preocupação com o bem estar alheio e pela agressividade excessiva.
Tratamentos 
Para evitar que o problema se agrave e ajudar a criança a manter um comportamento que garanta uma infância saudável, é necessário, depois de diagnosticado, buscar o tratamento adequado para o Transtorno de Oposição Desafiante. Para isso, são usadas técnicas de modificação de comportamento que buscam reforçar atitudes positivas e afastar padrões negativos. Este tratamento deve ser feito com apoio de psicólogos e psiquiatras. Além disso, a parceria entre médicos, pais e professores é fundamental para garantir a melhora no comportamento da criança. Quando isso acontece, há uma evidente evolução na maneira como o paciente se relaciona com colegas de escola e figuras de autoridade, fato que reflete positivamente na vida da criança.

 retirado:

coelhinhos fofos


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Dia do pai - Eu gosto é do papá (Nova versão)

Porta chaves dia da mãe


Para o pai









jogo das damas


jogo do galo


Porta chaves com capsulas




bases para copos ou garrafas com caricas


Garrafas decoradas - dia do pai








postal dia do pai - máquina fotografica


Postais dia do pai