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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Crianças? Nós queremos é robôs…

Crianças? Nós queremos é robôs…


criança a ler


A escola é uma sociedade em ponto pequeno, disso ninguém tem dúvidas. No entanto, quando começamos a falar do grau de exigência escolar começam a surgir dúvidas e estudos para todos os gostos. Desde a entrada para o primeiro ciclo aos 6 ou 7 anos, as metas que estão a ser contestadas em determinadas disciplinas/ ciclos escolares, passando pelos trabalhos de casa em excesso e a elevada carga letiva.
Mas existem certos limites que nunca podem ser ultrapassados e não é preciso vir o estudo “A” ou “B” para mostrar aquilo que é óbvio. Quando leio que existem escolas do pré-escolar que ensinam crianças a ler e que as ditas já fazem fichas abdicando de outras atividades propícias à sua idade, não é apenas uma falta de senso, é uma falta de respeito pelas fases sensíveis das crianças numa atitude claramente egocêntrica e… estúpida!
Fica um excerto do artigo
Tal como brincar, pintar ou cantar, a leitura tem um papel cada vez mais importante no pré-escolar. De acordo com um estudo feito pela Universidade de Virgínia, nos EUA, que comparou as mudanças entre 1998 e 2010, a percentagem de educadores que esperam que os alunos que vão para o primeiro ciclo saibam ler subiu de 30% para 80%. A mesma pesquisa diz que gastam cada vez mais tempo com fichas de exercícios e cada vez menos com música e arte. Por cá, os três pediatras ouvidos pelo DN dizem que também há uma tendência para a sobrecarga das crianças no pré-escolar, quer por pressão da escola quer dos pais, o que não tem qualquer benefício para os mais novos.

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